Participe da palestra sobre o futuro da energia nuclear e a implementação dos SMRs

A Academia Nacional de Engenharia (ANE) promoverá, no dia 15 de julho, a palestra “Futuro da Energia Nuclear e da Transição Energética: Estratégia de Implementação do SMR”, reunindo especialistas para discutir um dos temas mais relevantes da agenda energética mundial. Os Pequenos Reatores Modulares (SMRs – Small Modular Reactors) são considerados uma das tecnologias mais promissoras para ampliar a segurança energética, reduzir as emissões de carbono e apoiar a transição para uma matriz energética mais sustentável. O encontro abordará os desafios e as estratégias para viabilizar a implementação dessa tecnologia no Brasil e no cenário internacional. A palestra será ministrada por Leonam Guimarães, membro da Academia Nacional de Engenharia, diretor técnico da Associação Brasileira para Desenvolvimento de Atividades Nucleares (ABDAN) e coordenador do Comitê de Ciência e Tecnologia da AMAZUL. Reconhecido como uma das principais referências brasileiras na área nuclear, o palestrante compartilhará sua visão sobre o papel dos SMRs no futuro da geração de energia. O evento é promovido conjuntamente pelos Comitês de Inovação e Desenvolvimento Sustentável e de Energia da ANE, coordenados por Flavio Grynszpan e Nelson Martins, e tem como objetivo fomentar o debate técnico sobre inovação, desenvolvimento sustentável e o futuro da energia nuclear. Data: 15 de julho de 2026Horário: 17h00Formato: On-line e gratuitoInscrição: Não é necessária inscrição prévia. Os interessados poderão participar diretamente por meio do link disponibilizado pela organização. Fonte: LinkedIn
Quem operará o setor nuclear no futuro? Artigo de Aquilino Senra destaca a importância da formação de profissionais para o desenvolvimento do país

O professor Aquilino Senra, da COPPE/UFRJ, publicou o artigo “Quem operará o setor nuclear no futuro?”, no qual propõe uma reflexão sobre um dos principais desafios para o desenvolvimento da área nuclear no Brasil: a formação e a permanência de profissionais altamente qualificados. No texto, o autor destaca que o debate sobre o futuro da energia nuclear costuma concentrar-se em temas como usinas, novas tecnologias, investimentos e metas climáticas. No entanto, segundo ele, existe uma questão estratégica que precisa ganhar protagonismo: quem será responsável por operar, desenvolver e expandir o setor nuclear nas próximas décadas. O artigo ressalta que atividades de alta complexidade tecnológica exigem profissionais especializados, cuja formação demanda anos de estudo e experiência. Nesse contexto, Aquilino Senra alerta para a importância da transferência de conhecimento entre gerações e para a necessidade de preservar a experiência acumulada nas instituições de pesquisa, órgãos reguladores e empresas do setor. Outro ponto abordado é a necessidade de ampliar as perspectivas de carreira para profissionais da área. O professor observa que o Brasil possui mão de obra qualificada e capacidade para formar novos especialistas, mas destaca que a ausência de políticas estruturadas e de oportunidades de expansão pode levar muitos talentos a migrarem para outros setores da economia ou para o exterior. Ao citar a experiência da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), que criou em 2010 o primeiro curso de graduação em Engenharia Nuclear do país, o artigo evidencia a importância das universidades na formação de recursos humanos estratégicos para o desenvolvimento nacional. Para o autor, discutir o futuro da energia nuclear exige mais do que ampliar a oferta de cursos: é necessário estabelecer uma política de Estado voltada à formação, retenção e valorização de profissionais, alinhada aos objetivos de longo prazo do Programa Nuclear Brasileiro. O artigo conclui reforçando que o futuro do setor nuclear depende de planejamento, investimento em pessoas e da definição do papel que o Brasil pretende desempenhar no cenário tecnológico internacional, transformando o potencial existente em uma estratégia nacional consistente.
INCT Reatores marca presença em workshop internacional sobre regulação nuclear marítima

Pesquisador do INCT-RNMI apresenta perspectivas brasileiras sobre regulação nuclear offshore em workshop internacional O pesquisador Willian Vieira de Abreu, do Laboratório de Análise Neutrônica e Computacional de Reatores (LANCER/COPPE-UFRJ) e do INCT de Reatores Nucleares Inovadores e Modelagem Integrada (INCT-RNMI), participou do workshop internacional “Maritime Regulations for Nuclear Applications at Sea”, realizado na sede da Lloyd’s Register, em Londres. A participação ocorreu a convite da AMAZUL, e a apresentação “Offshore Regulations: Brazil Perspective” abordou a evolução do arcabouço regulatório brasileiro e os principais desafios para a futura implementação de aplicações nucleares no ambiente marítimo, sob a perspectiva do setor offshore nacional. O evento reuniu representantes de organizações internacionais, autoridades regulatórias, sociedades classificadoras e especialistas da área nuclear. Willian foi o único brasileiro entre os palestrantes convidados, levando ao debate internacional os resultados das pesquisas desenvolvidas pelo LANCER, no âmbito da parceria entre COPPE/UFRJ, Petrobras e INCT-RNMI.
Petrobras avalia inovação nuclear para reduzir emissões em refinarias e operações offshore

A Petrobras estuda a possibilidade de incorporar a energia nuclear à sua estratégia de transição energética por meio da utilização de Pequenos Reatores Modulares (SMRs – Small Modular Reactors). A iniciativa poderá representar um novo marco para a indústria brasileira, combinando inovação tecnológica, segurança energética e redução das emissões de carbono. Segundo informações divulgadas pela CNN Brasil, a estatal avalia a instalação de um reator modular de aproximadamente 300 MW em uma refinaria localizada no estado do Rio de Janeiro. Em uma etapa futura, a tecnologia também poderá ser aplicada para fornecer energia a plataformas de petróleo e navios-plataforma (FPSOs), diminuindo a dependência de combustíveis fósseis nas operações offshore. Os SMRs vêm ganhando destaque no cenário internacional por oferecerem uma alternativa mais flexível à geração nuclear convencional. Além de exigirem menor investimento inicial, esses reatores possuem construção modular, podem ser instalados próximos a grandes consumidores de energia e apresentam potencial para ampliar a segurança e a eficiência energética de instalações industriais. A adoção dessa tecnologia faz parte do movimento global de busca por fontes de energia de baixa emissão de carbono, especialmente para setores industriais que demandam elevado consumo energético. Caso o projeto avance, a Petrobras dará um passo inédito ao expandir sua atuação para além do petróleo, gás natural e energias renováveis, incorporando a energia nuclear como alternativa para a descarbonização de suas operações. De acordo com a reportagem, a empresa mantém tratativas com a Autoridade Nacional de Segurança Nuclear (ANSN) para avaliar os requisitos regulatórios necessários ao licenciamento da tecnologia. Paralelamente, também estuda parcerias com empresas especializadas no setor nuclear para viabilizar futuros projetos. A movimentação ocorre em um momento de fortalecimento da agenda nuclear no Brasil. O avanço dos pequenos reatores modulares, aliado ao interesse crescente por minerais estratégicos como o urânio, evidencia uma nova fase de discussão sobre segurança energética, inovação tecnológica e transição para uma economia de baixo carbono. Embora o projeto ainda esteja em fase de estudos e não haja confirmação oficial de implantação, a iniciativa demonstra que a energia nuclear poderá desempenhar um papel cada vez mais relevante na estratégia energética da indústria brasileira nas próximas décadas. Fonte: CNN BRASIL
O Brasil está avançando na reestruturação e modernização do setor nuclear nacional

O setor nuclear brasileiro passa por um importante processo de reestruturação institucional e regulatória, voltado à modernização da governança, ao fortalecimento da segurança nuclear e à preparação do país para uma nova geração de tecnologias energéticas. As mudanças buscam tornar o ambiente regulatório mais eficiente, ampliar a cooperação internacional e impulsionar o desenvolvimento sustentável da energia nuclear no Brasil. A nova governança nuclear tem como objetivo consolidar um modelo mais moderno e alinhado às melhores práticas internacionais, fortalecendo a atuação dos órgãos responsáveis pela regulação, fiscalização e desenvolvimento das atividades nucleares. A iniciativa também pretende ampliar a transparência, garantir maior segurança jurídica e estimular investimentos em pesquisa, inovação e infraestrutura. Entre os principais desafios do setor está a preparação para a adoção de tecnologias emergentes, como os Pequenos Reatores Modulares (Small Modular Reactors – SMRs). Considerados uma das principais tendências da energia nuclear mundial, os SMRs oferecem vantagens como maior flexibilidade operacional, redução de custos de implantação, sistemas avançados de segurança e possibilidade de aplicação em diferentes contextos, incluindo regiões isoladas e projetos industriais. Além dos SMRs, a reestruturação também busca criar condições para fortalecer toda a cadeia produtiva nuclear brasileira, que envolve mineração de urânio, enriquecimento de combustível, geração de energia elétrica, produção de radioisótopos para a medicina e aplicações industriais e científicas. O movimento acompanha uma tendência internacional de retomada dos investimentos em energia nuclear como alternativa para a descarbonização da matriz energética. Diversos países têm ampliado seus programas nucleares com o objetivo de garantir segurança energética e reduzir as emissões de gases de efeito estufa, reforçando o papel estratégico dessa fonte na transição para uma economia de baixo carbono. Nesse cenário, o Brasil reúne vantagens competitivas importantes, como uma das maiores reservas de urânio do mundo, domínio das tecnologias de enriquecimento de combustível e experiência consolidada na operação de usinas nucleares. A modernização da governança poderá ampliar ainda mais a capacidade do país de participar dos novos mercados globais voltados à inovação nuclear. Instituições de ensino e pesquisa, como a COPPE/UFRJ, também desempenham papel fundamental nesse processo, contribuindo para o desenvolvimento científico, a formação de especialistas e o avanço de pesquisas em engenharia nuclear, materiais, segurança de reatores e novas tecnologias para o setor. Com uma estrutura institucional mais moderna e integrada, o Brasil fortalece sua posição estratégica no cenário internacional e cria bases para ampliar sua participação no desenvolvimento de soluções nucleares voltadas à segurança energética, à sustentabilidade e à inovação tecnológica nas próximas décadas. Fonte: Eixos
O Brasil acaba de colocar oficialmente na mesa a discussão sobre reatores nucleares modulares

O Brasil deu um passo importante rumo à diversificação de sua matriz energética ao colocar oficialmente em pauta a discussão sobre os pequenos reatores nucleares modulares (SMR). A iniciativa foi formalizada com a instalação do Grupo de Trabalho nº 19 (GT-19) pelo Ministério de Minas e Energia (MME), responsável por avaliar os caminhos necessários para viabilizar a adoção dessa tecnologia no país. Criado no âmbito do Comitê de Desenvolvimento do Programa Nuclear Brasileiro, o GT-19 reúne representantes do governo, da Autoridade Nacional de Segurança Nuclear, de empresas do setor produtivo e de instituições acadêmicas. O objetivo é construir, de forma integrada, as bases técnicas, regulatórias e institucionais para a inserção dos SMR no Brasil. A proposta marca o início de um processo estratégico que pode levar anos, mas que começa com um ponto essencial: mapear as condições necessárias para que o país esteja preparado para essa nova geração de usinas nucleares. O que são os pequenos reatores modulares (SMR) Os SMR são reatores nucleares de menor porte, projetados para serem fabricados em módulos e montados no local de operação. Essa característica permite redução de custos, maior previsibilidade de prazos e flexibilidade na expansão da capacidade energética. Diferentemente das grandes usinas tradicionais, como Angra 1 e Angra 2, os SMR podem ser instalados de forma gradual, acompanhando o crescimento da demanda. Além disso, oferecem geração contínua de energia, independentemente de condições climáticas. No cenário internacional, países como Estados Unidos, Reino Unido, Canadá, França e China já avançam na implementação dessa tecnologia, considerada estratégica para a transição energética global. O papel do GT-19 e os próximos passos Entre os principais temas que serão analisados pelo grupo estão: Segundo o Ministério de Minas e Energia, a proposta é construir uma abordagem colaborativa que alinhe inovação, segurança e desenvolvimento energético. Energia nuclear e segurança energética Apesar de possuir uma matriz majoritariamente renovável, o Brasil enfrenta desafios relacionados à intermitência das fontes como solar e eólica e à dependência de regimes hidrológicos. Nesse contexto, a energia nuclear se apresenta como uma fonte estável, contínua e de baixa emissão de carbono, funcionando como base para complementar outras fontes renováveis. Os SMR, em especial, surgem como uma alternativa mais flexível e adaptável à realidade brasileira, permitindo ampliar a capacidade energética sem os desafios associados a grandes empreendimentos. Desafios para implementação no Brasil A adoção dos reatores modulares no país exigirá avanços importantes, como: Além disso, será necessário investir na formação de profissionais qualificados, uma vez que a operação de instalações nucleares demanda alto nível de especialização. Perspectivas A expectativa é que o GT-19 elabore, ao longo de 2026, um conjunto de diretrizes estratégicas que orientem futuras decisões no âmbito do Programa Nuclear Brasileiro. Mais do que um projeto imediato, a iniciativa sinaliza que o Brasil busca se posicionar diante das transformações globais no setor energético, acompanhando o avanço de tecnologias que podem desempenhar papel central na transição para uma economia de baixo carbono. A discussão sobre os SMR abre um novo capítulo no debate energético nacional, trazendo à tona questões sobre inovação, segurança e planejamento de longo prazo para o desenvolvimento sustentável do país. Fonte: Click Petróleo e Gás
INAC 2026: A International Nuclear Atlantic Conference chega à sua 12ª edição reunindo os principais nomes do setor para discutir o futuro da energia nuclear

O site oficial da INAC 2026 – International Nuclear Atlantic Conference já está no ar, marcando o início da divulgação de um dos mais relevantes eventos do setor nuclear no Brasil e no cenário internacional. Em sua 12ª edição, a conferência reunirá especialistas, pesquisadores, representantes da indústria e do setor público para discutir os caminhos da energia nuclear, com foco no tema “Energia Nuclear: Átomos para um futuro verde”. O evento será realizado no Rio de Janeiro, na Escola de Guerra Naval (EGN), entre os dias 24 e 28 de agosto de 2026, consolidando-se como um espaço estratégico para debates, inovação e construção de parcerias. Promovida pela Associação Brasileira de Energia Nuclear (ABEN), a programação contará com diversas atividades, incluindo ENFIR, ENAN, ENIN, ExpoINAC, sessões técnicas e apresentações científicas. Serão cinco dias de intensa programação, voltados ao avanço científico e tecnológico do setor nuclear. Além disso, já estão definidas as datas para submissão de trabalhos: Acesse o site AQUI. Fonte: Aben_nuclear
Nova Tecnologia com Navios Nucleares pode Revolucionar o Transporte Marítimo

Uma nova geração de navios movidos à energia nuclear pode transformar profundamente o setor de transporte marítimo global. A proposta, que vem sendo desenvolvida por parcerias internacionais, aposta no uso de reatores nucleares compactos para alimentar embarcações e estruturas no mar, oferecendo uma alternativa mais limpa e eficiente em comparação aos combustíveis fósseis. A principal vantagem dessa tecnologia está na capacidade de gerar energia por longos períodos sem necessidade de reabastecimento. Em alguns casos, estima-se que embarcações possam operar por décadas com o mesmo combustível, reduzindo custos operacionais e aumentando significativamente a autonomia das rotas marítimas. Além disso, os navios nucleares têm potencial para reduzir drasticamente as emissões de gases poluentes, contribuindo para a descarbonização do transporte marítimo, um dos grandes desafios ambientais da atualidade. Projetos em desenvolvimento já estudam a aplicação dessa tecnologia em grandes navios de carga, capazes de transportar milhares de contêineres em rotas globais com maior eficiência energética. Outro ponto importante é a evolução dos reatores nucleares, que estão se tornando mais seguros e compactos. Novos modelos são projetados para operar sob condições que minimizam riscos, tornando a tecnologia mais viável para uso comercial, além do tradicional emprego militar. Apesar do grande potencial, especialistas destacam que ainda existem desafios regulatórios e de segurança a serem superados. Organizações internacionais já discutem a atualização de normas para garantir o uso seguro da energia nuclear no ambiente marítimo. Se bem-sucedida, essa inovação pode marcar uma nova era no transporte global, combinando alta eficiência, menor impacto ambiental e maior autonomia, redefinindo a logística marítima nas próximas décadas. Fonte: Tecnologia.ig
Rolls-Royce desenvolve reator nuclear modular com foco em padronização e eficiência construtiva

A empresa Rolls-Royce está avançando no desenvolvimento de um Small Modular Reactor (SMR), um modelo de reator nuclear que aposta na padronização industrial e na eficiência construtiva como diferencial estratégico para o setor energético. O projeto é baseado na tecnologia de reatores de água pressurizada (PWR) — amplamente utilizada e consolidada em centenas de usinas nucleares ao redor do mundo —, porém adaptada para um formato modular e escalável. Uma das principais inovações do modelo está no processo de fabricação: até 90% dos componentes são produzidos em ambiente industrial controlado, sendo posteriormente transportados e montados no local de instalação. Essa abordagem reduz significativamente incertezas, prazos de construção e variações de custo — fatores historicamente críticos na implantação de grandes projetos nucleares. Mais do que uma evolução tecnológica, o conceito de SMR representa uma mudança de paradigma industrial, ao substituir projetos únicos e complexos por uma lógica de produção seriada, semelhante a cadeias industriais mais maduras. Esse modelo tem potencial para ampliar a viabilidade da energia nuclear em diferentes contextos, contribuindo para a transição energética, segurança no fornecimento de energia e redução de emissões de carbono. Saiba mais sobre esse tipo de reator AQUI! A inovação reforça o papel da engenharia nuclear no desenvolvimento de soluções energéticas mais eficientes, seguras e sustentáveis para o futuro. Fonte: David Galeano
CNEN realizou uma cerimônia para celebrar o início formal do Microrreator Nuclear Brasileiro

A Comissão Nacional de Energia Nuclear (CNEN) realizou uma cerimônia que marcou o início formal do desenvolvimento do Microrreator Nuclear Brasileiro, iniciativa estratégica para o avanço da tecnologia nuclear no país. O projeto tem como objetivo desenvolver reatores nucleares de pequeno porte, capazes de fornecer energia de forma segura, eficiente e com menor impacto ambiental, especialmente em regiões remotas ou com dificuldades de acesso à rede elétrica convencional. Os microrreatores surgem como uma alternativa promissora no contexto da transição energética, contribuindo para a diversificação da matriz energética brasileira e para o fortalecimento da segurança energética. Além disso, a iniciativa reforça o papel do Brasil no cenário internacional da inovação em energia nuclear, estimulando o desenvolvimento científico, a formação de recursos humanos qualificados e a integração entre instituições de pesquisa e setor produtivo. O avanço do projeto também está alinhado à busca por soluções energéticas mais sustentáveis e resilientes, capazes de atender às demandas futuras com menor emissão de gases de efeito estufa. Fonte: Clube de Engenharia