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A tecnologia que enriquece o urânio queimado em Angra 1

Pesquisadores e instituições brasileiras seguem avançando no desenvolvimento de tecnologias voltadas ao ciclo do combustível nuclear, ampliando a capacidade nacional em áreas estratégicas para a geração de energia. Entre essas iniciativas, destaca-se o trabalho relacionado ao enriquecimento de urânio utilizado nas usinas nucleares brasileiras, como Angra 1. O tema ganhou destaque em reportagem publicada pela Sociedade Militar, que apresenta os avanços tecnológicos desenvolvidos no Brasil para o domínio do ciclo do combustível nuclear. A matéria aborda a atuação de instituições como a Indústrias Nucleares do Brasil (INB), o Centro Tecnológico da Marinha em São Paulo (CTMSP) e o Laboratório de Geração de Energia Nucleoelétrica (LABGENE), evidenciando o papel da pesquisa e da inovação no fortalecimento da autonomia tecnológica do país. O domínio das tecnologias de enriquecimento de urânio representa um importante diferencial para o setor nuclear brasileiro, contribuindo para a segurança energética, a redução da dependência de fornecedores externos e o fortalecimento da capacidade científica e industrial nacional. Além da aplicação na geração de energia elétrica, os investimentos em pesquisa e desenvolvimento nessa área impulsionam a formação de recursos humanos altamente qualificados e promovem a integração entre universidades, centros de pesquisa e empresas, ampliando o potencial de inovação do setor. O avanço dessas tecnologias reforça a importância da pesquisa científica e da cooperação entre instituições para consolidar o Brasil entre os países que dominam etapas estratégicas do ciclo do combustível nuclear, sempre com foco no uso pacífico da energia nuclear. Leia a reportagem completa para conhecer mais sobre os avanços da tecnologia brasileira no ciclo do combustível nuclear e sua aplicação nas usinas nucleares do país. Fonte: Sociedade Militar

INAC 2026: A International Nuclear Atlantic Conference chega à sua 12ª edição reunindo os principais nomes do setor para discutir o futuro da energia nuclear

O site oficial da INAC 2026 – International Nuclear Atlantic Conference já está no ar, marcando o início da divulgação de um dos mais relevantes eventos do setor nuclear no Brasil e no cenário internacional. Em sua 12ª edição, a conferência reunirá especialistas, pesquisadores, representantes da indústria e do setor público para discutir os caminhos da energia nuclear, com foco no tema “Energia Nuclear: Átomos para um futuro verde”. O evento será realizado no Rio de Janeiro, na Escola de Guerra Naval (EGN), entre os dias 24 e 28 de agosto de 2026, consolidando-se como um espaço estratégico para debates, inovação e construção de parcerias. Promovida pela Associação Brasileira de Energia Nuclear (ABEN), a programação contará com diversas atividades, incluindo ENFIR, ENAN, ENIN, ExpoINAC, sessões técnicas e apresentações científicas. Serão cinco dias de intensa programação, voltados ao avanço científico e tecnológico do setor nuclear. Além disso, já estão definidas as datas para submissão de trabalhos: Acesse o site AQUI. Fonte: Aben_nuclear

CNEN realizou uma cerimônia para celebrar o início formal do Microrreator Nuclear Brasileiro

A Comissão Nacional de Energia Nuclear (CNEN) realizou uma cerimônia que marcou o início formal do desenvolvimento do Microrreator Nuclear Brasileiro, iniciativa estratégica para o avanço da tecnologia nuclear no país. O projeto tem como objetivo desenvolver reatores nucleares de pequeno porte, capazes de fornecer energia de forma segura, eficiente e com menor impacto ambiental, especialmente em regiões remotas ou com dificuldades de acesso à rede elétrica convencional. Os microrreatores surgem como uma alternativa promissora no contexto da transição energética, contribuindo para a diversificação da matriz energética brasileira e para o fortalecimento da segurança energética. Além disso, a iniciativa reforça o papel do Brasil no cenário internacional da inovação em energia nuclear, estimulando o desenvolvimento científico, a formação de recursos humanos qualificados e a integração entre instituições de pesquisa e setor produtivo. O avanço do projeto também está alinhado à busca por soluções energéticas mais sustentáveis e resilientes, capazes de atender às demandas futuras com menor emissão de gases de efeito estufa. Fonte: Clube de Engenharia

Atenção: Nova data para a audiência pública sobre Tecnologia de Small Modular Reactors (SMRs) na Comissão de Minas e Energia da Câmara dos Deputados

A Comissão de Minas e Energia da Câmara dos Deputados divulgou a nova data para a audiência pública que irá debater a tecnologia dos Small Modular Reactors (SMRs), tema estratégico para o futuro da geração de energia no Brasil. A audiência tem como objetivo promover o diálogo entre especialistas, representantes do setor energético, autoridades e a sociedade, abordando os avanços, desafios regulatórios e perspectivas de aplicação dos reatores modulares de pequeno porte no país. Os SMRs vêm ganhando destaque internacional por apresentarem características como maior segurança, flexibilidade de instalação e potencial de redução de custos, sendo considerados uma alternativa relevante no contexto da transição energética e descarbonização. A atualização da data reforça a importância do tema na agenda nacional e amplia a oportunidade para participação de interessados no debate sobre o papel da tecnologia nuclear no desenvolvimento sustentável do Brasil. Para mais informações sobre a nova data e detalhes da audiência, recomenda-se acompanhar os canais oficiais da Câmara dos Deputados. Fonte: Frenteparlamentarnuclear

Projeto brasileiro de microrreator avança para nova etapa e pode iniciar testes em 2027

O projeto brasileiro de desenvolvimento de microrreatores nucleares avança para uma nova fase e poderá iniciar seus primeiros testes por volta de meados de 2027, representando um passo importante para a inovação no setor energético nacional. Os microrreatores são sistemas nucleares de pequeno porte, projetados para oferecer geração de energia segura, flexível e com baixo impacto ambiental, sendo considerados uma solução promissora para regiões remotas, aplicações industriais e apoio a infraestruturas críticas. O avanço do projeto reforça o posicionamento do Brasil no desenvolvimento de tecnologias nucleares avançadas, alinhadas às demandas globais por segurança energética, descarbonização e inovação tecnológica. Além disso, a iniciativa contribui para o fortalecimento da capacidade nacional em áreas estratégicas, envolvendo engenharia nuclear, pesquisa aplicada e desenvolvimento tecnológico, fundamentais para o crescimento sustentável do país. A expectativa é que, com a nova etapa, sejam intensificados os processos de validação tecnológica, testes operacionais e aprimoramento dos sistemas, aproximando o projeto de sua aplicação prática. O desenvolvimento de microrreatores acompanha uma tendência internacional de investimento em reatores modulares e soluções energéticas mais compactas e eficientes, com potencial para transformar a matriz energética nas próximas décadas. Fonte: Petronotícias

Governo avança e cria grupo de trabalho para estudos sobre Microrreatores Nucleares

O governo federal avançou na agenda de estudos sobre novas tecnologias nucleares ao instituir um Grupo Técnico para avaliar a infraestrutura nacional necessária à eventual recepção de pequenos e microrreatores nucleares no Brasil. A iniciativa foi formalizada pelo Comitê de Desenvolvimento do Programa Nuclear Brasileiro, vinculado ao Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República, por meio da Resolução nº 43/2026, publicada nesta quarta-feira (7) no Diário Oficial da União. Os microrreatores modulares são reatores nucleares de baixa potência, geralmente de até 300 MW, desenvolvidos de forma compacta e padronizada. A tecnologia permite a geração de energia descentralizada e contínua, sendo considerada uma alternativa com menor custo e prazo de implantação mais curto em comparação às usinas nucleares convencionais. Em desenvolvimento em diversos países, os microrreatores têm ganhado destaque no debate energético global. No Brasil, o ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, tem defendido publicamente a ampliação dos investimentos na fonte nuclear, ressaltando o potencial brasileiro em urânio e a importância de uma matriz energética mais segura, confiável e distribuída. O Grupo Técnico será coordenado pelo Ministério de Minas e Energia e contará com representantes titulares e suplentes de diferentes órgãos e entidades, entre eles o Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República, os ministérios da Ciência, Tecnologia e Inovação, do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, do Meio Ambiente e Mudança do Clima e de Minas e Energia, além de instituições como a Comissão Nacional de Energia Nuclear, a Autoridade Nacional de Segurança Nuclear, a Eletronuclear, a Empresa de Pesquisas Energéticas, o Ibama, as Indústrias Nucleares do Brasil S.A. e a Marinha do Brasil, por meio de sua Diretoria-Geral de Desenvolvimento Nuclear e Tecnológico. O prazo inicial de funcionamento do grupo será de 180 dias, com possibilidade de prorrogação por até 90 dias. As reuniões ordinárias e extraordinárias estão previstas para ocorrer no Palácio do Planalto, em Brasília. Fonte: Canal Solar

Reator Nuclear Histórico de São Paulo Passa a Produzir Radiofármacos para Tratamento de Câncer

Um reator nuclear com quase 70 anos, instalado na Cidade Universitária em São Paulo, vai contribuir para o tratamento de pacientes brasileiros com câncer. Fruto de uma parceria entre a Marinha e o IPEN (Instituto de Pesquisas Energéticas e Nucleares), o equipamento será usado para produzir lutécio-177, um radiofármaco essencial na radioterapia, especialmente no combate ao câncer de próstata. Inaugurado em 1957, o reator foi construído em apenas 18 meses graças ao apoio da Universidade de São Paulo, que cedeu o terreno, e do CNPq, que financiou a obra. Para gerar o lutécio-177, o reator funciona 24 horas por dia, com medidas rigorosas de segurança: o processo ocorre no fundo de uma piscina de nove metros de profundidade, e todos os operadores usam dosímetros eletrônicos que monitoram a exposição à radiação. O projeto permitirá a produção nacional do radiofármaco, atualmente importado, reduzindo em até dez vezes o custo do tratamento no país e ampliando o acesso à terapia para a população brasileira. Clique AQUI para conferir a notícia completa! Fonte: CNN